Este estudio analiza la relación entre la formalización del trabajo femenino y la victimización por violencia doméstica, utilizando datos de la Encuesta Nacional de Salud (PNS) de 2019 y estimaciones con modelos Probit. Los resultados muestran que las mujeres con empleo formal presentan menor probabilidad de sufrir agresiones conyugales, lo que sugiere que la formalización funciona como un factor protector al ampliar la autonomía económica, el acceso a redes de apoyo y la capacidad de romper relaciones abusivas. El efecto es más significativo entre mujeres blancas y amarillas, lo que indica una distribución desigual de los beneficios entre los grupos sociales. Esta disparidad puede reflejar desigualdades en el acceso a protección institucional y en la exposición a formas de control interpersonal. Se recomienda promover el acceso al empleo formal como estrategia complementaria para enfrentar la violencia doméstica, con especial atención a los grupos más vulnerables.
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